Cerca de 80% da população sexualmente ativa já entrou ou vai entrar em contato com o vírus do HPV em algum momento da vida. Sendo assim, a preocupação não estaria em ter ou não HPV, mas sim em desenvolver ou não o câncer de colo uterino!
As infecções pelo HPV são muito frequentes, porém transitórias; em uma pequena parte dos casos elas podem se tornar persistentes, levando ao desenvolvimento de lesões precursoras. Quando identificadas no rastreio, essas lesões podem ser adequadamente tratadas antes do desenvolvimento do câncer. Dessa forma, apesar de estarmos diante de um importante problema de Saúde Pública, trata-se de um câncer que se pode prevenir na grande maioria das vezes.
Segundo orientações do Ministério da Saúde / INCA, o rastreamento basicamente deve ocorrer a partir dos 25 anos e até os 64 anos em pacientes que já iniciaram a atividade sexual. O exame deve ser anual, porém em caso de dois exames consecutivos negativos, ele passa a ser a cada 2 anos.
E você, está em dia com a sua prevenção? Procure seu ginecologista de confiança!

Ginecologia - Obstetrícia CRM: 120.601 Médica ginecologista e obstetra.​ Graduada em Medicina pela universidade de Marília. Mestre em Ginecologia/Endometriose pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde atualmente é médica assistente voluntária do setor de Endoscopia Ginecológica. Faz doutorado na área de Endometriose, também pela Santa Casa. É médica do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Atua em Ginecologia Minimamente Invasiva realizando cirurgias laparoscópica e histeroscópica. Possui título de Especialista pela FEBRASGO.

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